domingo, 28 de novembro de 2010

Guarda: Auto-estima e Depressão

Segundo Álvaro Guerreiro, na RA, os Guardenses não têm Auto-estima e vivem em Depressão.
Américo Rodrigues inventou uns produtos que se revelaram impotentes para melhorar a nossa Auto-estima.
Matar o Galo também já não resulta
Para resolver o problema é necessário ir às causas, à raiz e só matando a raiz ou raízes a Auto-estima voltará.

As raízes que já identifiquei e que estão prontas a matar:

O silêncio da Noite
A Neve que atrapalha
O Cinzento Preto dos Granitos
O Ar em constante agitação
O Sol que não aquece
O Frio que nos enrijece
A Chuva que nos incomoda
O Nevoeiro que não nos larga
As Ruas penosas de andar
Os Carros no Centro e os TIRES na Periferia
Os Magistrados da Influência que não influenciam
Os Comentadores que não Têm nada para dizer mas não se calam
E todos aqueles que dizem mal da Cidade por despeito, por ciúmes, por incompetência e porque a galinha da vizinha é melhor do que a minha.
Velhos que somos, com 811 Anos, Auto-Estimemo-nos ou Auto-estimem-se.

Nota: No TMG apareceu uma nova fórmula: Os “Espectáculo Comunitário”. Pelo menos 400 pessoas saem de lá com elevada Auto-estima. Estenda-se a fórmula aos restantes 48 mil Guardenses. “Eles como eu, acreditam na força libertadora da cultura, neste projecto de coesão social e de reforço da Auto-estima”.

9 comentários:

  1. Bem identificados.
    Dizer que o espectáculo contribuiu para a auto-estima com aquele final do monólogo do eu que aproveito mais um palco para me vitimizar, é que sai da sua habitual lucidez de análise.
    Os espectáculos anteriores terminavam com uma celebração de esperança, este acabou com um velório, e com filas vazias. Provavalmente as pessoas que sairam queriam ir a correr a ver o Benfica que era às 18, deve ter sido isso

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  2. Caro A. Oliveira:
    Vejo que o teu bloguea, agora, acolhe opiniões de aldrabões.
    Quem viu o espectáculo sabe que ele termina da mesma forma dos anteriores, com todos os participantes a cantarem em palco, desta vez a celebrar a República. E, antes, vemos uma orquestra de jovens e um diaporama com fotos do 25 de Abril, da autoria de Carlos Gil. Portanto, não termina com nenhum monólogo.
    O monólogo de que o teu leitir fala (e que lhe deve ter assentado como uma luva!) é do velho Rebeldino, decepcionado com a "evolução" da 1ª República. Só um espectador burro não entende o tempo histórico a que se refere o monólogo do velho republicano. Confunfir o que uma personagem pensa e diz com o que um actor/pessoa sente só pode vir de alguém manipulador (estou a ver quem é!)ou profundamente estúpido.
    A propósito do "eu". O monólogo foi escrito por Helder Sequeira (que julgo estar de parabéns). O actor foi inclusivamente... a 3ª opção para o papel!!!
    Sobre filas vazias... só o anónimo terá visto. As três sessões estiveram esgotadas. Se houve algumas cadeiras vazias foi porque quem tirou bilhete não ocupou depois os lugares (ou veio atrasado).
    E assim se desmonta um "bem intencionado" anónimo da Guarda que não sabe a diferença entre ficção e realidade.
    Felizmente a maioria das pessoas gostou muito da peça ( e da sua ideologia). E isso, pelos vistos, dói a alguns medíocres.

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  3. Américo
    Eu estava para responder ao anónimo mas tu antecipaste-te.
    De vez em quando devem publicar-se estes comentários pois é necessário que as pessoas saibam que continua a haver gente com "uma dor de corno" tremenda e por mais que se faça nada está bem.
    Devem ser pessoas com uma "competência" ilimitada enquanto anónimos mas quando se deixam ver. muityo raramente é uma tremente decepção.
    A Oliveira

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  4. Concordo quando diz «Os Magistrados da Influência que não influenciam» acrescento rigorosamente NADA! No PSD só aparecem personalidades sem perfil político, ligados a empresas em risco de falência e a umas instituições sem alunos que recrutou muitos professores no seu próprio partido sem critérios de qualidade.

    Os Comentadores que não «Têm nada para dizer mas não se calam» muito bem visto, não percebo porque se pergunta a personagens do passado, pessoas sem percurso profissional, pessoas que vivem do lugar público a opinião numa rádio local? Porquê?

    Poderia aqui sugerir personalidades de grande capacidade política, e cultura política, para mudar a Guarda! Não esses «jovens» de 30 ou 40 anos que a única coisa que fizeram na vida foi «comprar» uma licenciatura e dar umas formações ou aulas...Ou abrir empresas financiadas pelos papás, em risco eminente de falência.

    Mudemos de rumo!
    Mudemos os fazedores de opinião.
    Mudemos a Guarda p.f.

    O espectáculo foi muito Bom, não estraguem o que é bom, com comentários rafeiros de comentatores rafeiros...

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  5. Agora que acabaram com uns blogues por aí, vêm atrapalhar blogues interessantes como o Sol da Guarda.
    Ambos os comentadores anteriores têm blogues próprios, portanto façam o favor de escreverem nos vossos e deixar o dos outros limpos.
    Obrigada.

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  6. Caro anónimo
    1 - Os blogues que acabaram, não os acabaram, os que eu conheçia eram de má-lingua, de insinuações e boatos e por isso acabaram bem.
    2 - É o gestor deste blogue qur decide quais os comentários que devem ser publicados e que julga uteis para clarificar posições.
    A Oliveira

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  7. Acabaram e bem com essa porcaria de blogs

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  8. os anónimos daqui são comentatores das rédios e jornais da cassete pirata

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  9. Pois...arruinas-te o máfias da Guarda e agora andas a xilrriar aqui

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