segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Jardim Vertical

A beleza do Jardim Vertical da Guarda, no Jardim José de Lemos

domingo, 14 de janeiro de 2018

A Porta da cabine dos táxis

Sempre que há forte temporal lá se vai a porta da cabine dos táxis do Centro Coordenador de Transportes

sábado, 13 de janeiro de 2018

Prestar contas aos leitores do Blogue

Durante o ano de 2017 publiquei 331 mensagens, não chegou a uma por dia, mas quase.
As páginas foram visitadas 259 814, 712 visitas por dia.
As mais lidas foram:
1 - Rua do Comércio, Noite Branca – 9897 visualizações, 23 comentários
2 - “Se o Povo quer festas, vamos dar-lhe festas” – 6267 visualizações, 34 comentários
3 - Adjudicações directas do mês de Junho – 3333 visualizações, 3 comentários
4 - Investimento de 8 milhões, foi-se. Porquê? - 2765 Visualizações, 5 comentários
5 - Tony Carreira na Guarda (35 mil) – 2439 visualizações, 20 comentários
6 - E não me façam falar… - 2314 visualizações, 6 comentários
7 - Sem memória e sem respeito – 3 – 1308 visualizações, 2 comentários
8 - Feira Farta e Farta Feira – 975 visualizações, 14 comentários
9 - O Pavilhão inaugurado – 913 visualizações, 12 comentários
Duas notas de agrado:
1 - O Blogue da terra, “Guarda Política” classificou o “Sol da Guarda” como o melhor Blogue do burgo Guardense. Muito obrigado.
2 - Alguém, que não conheço, criou uma página no “Facebook” com a seguinte intenção: Ao Sol da Guarda e a Outros Blogues que democraticamente escrevem o que lhes apetece e depois "filtram" o contraditório. Calado não fico”.
Devia ter-se cansado de escrever o contraditório, pois a página está com a informação que foi colocada no dia da na abertura.
Esclareço mais uma vez que eu não recuso publicar o contraditório. Sempre que se identificarem, no próprio comentário ou por correio eletrónico, o comentário é publicado. Recuso publicar o contraditório do anónimo que insulta, que mente, que insinua.

Espero continuar em 2018

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Desabafos de princípio de ano 3 – A Guarda

Inauguração dos Vinhos e a sede da CIMBSE? Não é para já.
Bancada no Estádio do Zambito e nova rela no Municipal? Não é para já.
Passadiços do Mondego e despoluição do Rio Noéme? Não é para já
Hotel Turismo e Pousada da Juventude? Não é para já.
Avenida da Ti Jaquina e Variante da Sequeira? Não é para já.
Pavilhão Multiusos? Não é para já.
Praça Velha e Praça da Misericórdia? Não é para já.
Torre dos Ferreiros e Envolvente? Não é para já.
Instalações da Delphi e Matadouro? Não é para já.
Centro Tecnológico? Não é para já
Centro Náutico do Caldeirão? Talvez seja para já.
Para já, para já é a FIT e a Morte do Galo e os Santos do Bairro.
O resto veremos quando estivermos mais próximo das eleições.
Para já, para já estamos à espera que os investidores cheguem à Guarda e criem mais alguns postos de trabalho.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Desabafos de início de ano 2 – Pacto da Justiça

"Lei Natural, Lei Divina, Lei Positiva".
Vitrais de António Lino
Caixa das escadarias do Tribunal Judicial da Guarda (1953)
Juntaram-se no Algarve todos os intervenientes ligados à justiça. Faltaram os Portugueses que sofrem com a falta de justiça.
Sabe-se pouca coisa dos acordos a que chegaram e que foram entregues ao Presidente da República.
Do pouco que conseguiu sair sabe-se que foram acordadas 80 medidas e não se sabe quantas medidas não foram acordadas.
Do pouco que se sabe pode-se dizer:
Todos querem mais dinheiro, mais investimento, mais meios humanos. Ninguém quer melhor organização.
Todos querem menos dinheiro de custas dos processos.
Nada de prazos. Nada de compromissos para terminar um processo. Nada de subterfúgios para adiar os processos indefinidamente.
Não aconteceu acordo sobre a bufaria premiada e muito menos sobre a bufaria para jornalista publicar.
E ainda não é desta que acabam os julgamentos na praça pública. Por falta de capacidade da justiça em julgar nas barras dos tribunais, julga-se por aí.
Também não parece muito bem que a justiça dependa apenas de uma pessoa e se essa pessoa sair a justiça desmorona-se.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Parlatório: Histórias de reclusos em disco de poesia

Diário de Coimbra
"Salão Brazil em Coimbra, acolhe no próximo dia 13 de Janeiro, a partir das 15h00, a sessão de lançamento de “Parlatório” o novo disco de poesia sonora de Américo Rodrigues. A obra é o resultado de um conjunto de sete entrevistas realizadas, há cerca de um ano, a outros tantos presos sobre as suas histórias de vida. «A ideia inicial era escrever um livro com narrações daquelas mulheres e homens que estavam a cumprir pena numa prisão do interior de Portugal», explica o autor, que acabou por optar por um disco de poesia sonora, escrita por si, com base nos vários apontamentos das conversas com os reclusos."

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Desabafos de início de ano 1 – Serviço Nacional de Saúde

Asclépio (grego) ou Esculápio (romano): o deus que nasceu mortal e que representa a medicina (origem Wikipédia)
Está em marcha o maior ataque ao Serviço Nacional de Saúde de que há memória. Nunca houve nada igual.
Os Lóbis estão no seu melhor.
Começaram por tomar conta das pequenas clínicas
Tornaram-se grandes. Investem em hospitais particulares.
Estão nas ordens profissionais e só olham para o seu umbigo.
Estão a infiltrar-se nas administrações hospitalares.
Estão a proliferar como cogumelos, as companhias de seguros de saúde que estão a facturar com nunca.
As administrações, por vezes sem experiência, preocupam-se mais com o supérfluo do que com a organização. Mais com a acessório do que o essencial e ainda menos com o desperdício. As admissões supérfluas sobrepõem-se às admissões essenciais.
As guerras internas entre e nos diversos grupos profissionais são evidentes e há sempre nova lenha a chegar.
Os Sindicatos assoberbados com as lutas salariais, com as lutas pela carreira, com as lutas por menos horas de trabalho e mais acumulações em segundo emprego, não têm tempo para contribuir para a salvação do SNS.
A Comunicação social, como lhe compete, mostra-nos até ao limite o descontentamento de todas as classes sempre dispostos a colocar lenha na fogueira.
Podem editar muitos livros, podem manifestar interesse diário na salvação do SNS na comunicação social, podem dizer em público o que que quiserem, porque em privado as coisas não marcham assim.
Podem colocar, recursos humanos, dinheiros, meios materiais que quiserem, os lóbis ligados à saúde não deixam que a organização avance. O dinheiro e o lucro envolvidos são de muitos milhões.